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As visitas regulares têm como objetivo manter a higiene bucal, a saúde gengival e a integridade óssea dos pacientes que já realizaram tratamento estético e reabilitador. Só com um adequado controle da higiene bucal, o sucesso do tratamento realizado terá garantia.
A durabilidade depende muito do procedimento realizado, dos hábitos do paciente (range os dentes, morde caneta, etc.), do consumo de alimentos e bebidas com muito corante, se é fumante, entre outros.
Mas o fator mais importante para durabilidade do tratamento são hábitos corretos de higiene oral (seguir as orientações sobre escovação e fio dental) e as consultas de manutenção no cirurgião-dentista.
Não. O normal é escovar, passar fio e comer sem ter sangramento gengival. Existe mais de uma causa, por isso é necessário a avaliação profissional que leva em conta as dificuldades próprias de cada pessoa.
O processo de clareamento, além de fazer com que os dentes fiquem mais claros, é também utilizado para a padronizar a cor dos dentes. É um procedimento prévio aos tratamentos estéticos para que os dentes tenham uma cor uniforme, proporcionando um sorriso harmônico.
O clareamento, desde que bem indicado e executado, não causa enfraquecimento dos dentes, pois sua ação restringe-se apenas ao aspecto da coloração.
Existem muitos produtos com fácil acesso para compra, os quais dispensam a supervisão de um cirurgião-dentista. Porém, a ação de muitos deles ocorre através da abrasão dentária, ou seja, componentes em sua fórmula removem algumas manchas externas e, se a pessoa realizar uma escovação inadequada e com uma escova imprópria, poderá também remover os tecidos do dente.
A Odontologia Estética evoluiu muito, juntamente com a evolução dos materiais. Da mesma maneira, as resinas — material utilizado para fazer restaurações na cor do dente — estão muito resistentes e bonitas. É importante lembrar que cada material possui sua indicação precisa, determinada através de exames específicos.
É um pino instalado no osso que fica dentro da gengiva. O implante tem por objetivo substituir a raiz do dente perdido para que suporte uma prótese (uma réplica do dente).
O implante é a única alternativa protética que promove a preservação do tecido ósseo. O fato de ser instalado dentro do osso é o seu diferencial, pois paralisa o processo de atrofia óssea que teve início com a remoção do dente.
Atualmente existem muitos recursos e técnicas que tornaram as cirurgias muito tranquilas e as possíveis dores são muito bem controladas com medicação.
É preciso uma avaliação prévia. Primeiro é feito um exame detalhado analisando a condição óssea, gengival e a harmonia do sorriso com as linhas faciais e solicitado uma tomografia computadorizada (um exame mais preciso para análise de espessura e altura óssea). Com todas essas informações, é realizado um plano de tratamento no qual pode indicar uma cirurgia de regeneração óssea prévia para, posteriormente, instalar os implantes.
Será necessária a realização de procedimentos de enxertia óssea, induzindo a uma neoformação óssea para viabilizar a instalação de implantes.
As reconstruções ósseas podem ser realizada através de enxerto ósseo obtido do próprio paciente (são os enxertos autógenos), de materiais que promovem a estimulação óssea ou de materiais que atuam como substitutos ósseos. O que determina a escolha da enxertia é a quantidade de osso ausente.
Sim, são os implantes zigomáticos. São pinos de titânio mais longos instalados em um osso da face (osso zigomático – a “maçã do rosto”), por isso são indicados para região superior nos casos de perda óssea severa.
Esta técnica é chamada de Carga Imediata. A evolução das técnicas, materiais e dos implantes permitem que, na cirurgia de instalação do implante, o mesmo seja monitorado e sabe-se com que estabilidade este implante foi instalado. Quando se obtêm uma alta estabilidade, o implante tem condições de suportar uma prótese. Essa técnica, porém, não é possível para todos os casos.
São as chamadas Cirurgias Guiadas. É uma técnica de instalação de implantes na qual o planejamento é feito no computador e transferido para a boca do paciente através de guias cirúrgicos reproduzidos com os dados obtidos na tomografia computadorizada, viabilizando uma cirurgia sem cortes. Desde que bem indicada (não é para todos os casos), bem planejada e bem executada, é uma técnica segura.
Sempre lembro os meus pacientes que, se nem os dentes naturais duram para sempre, não será o implante que irá durar. Quando o paciente tem uma boa higiene oral, não tem hábitos parafuncionais (apertar ou ranger os dentes) e faz regularmente as manutenções, a durabilidade do tratamento pode ser prolongada por muitos anos.
As indicações para realizar um tratamento ortodôntico são, primeiramente, proporcionar um bom alinhamento dos dentes, evitar perdas dentárias e proporcionar facilidade para higienização e uma distribuição equilibrada das forças mastigatórias. Com o término do tratamento, o paciente usufrui também do benefício estético.
O tempo de tratamento nem sempre é demorado, dependendo da complexidade do caso e do tipo de aparelho indicado.
Não adianta realizar trabalhos para desenvolvimento muscular se o atleta tiver focos de infecção em sua boca, pois estes limitam o crescimento do tecido muscular, impedindo a obtenção dos benefícios da fisioterapia.
É a remoção, desinfecção e preenchimento da região mais interna do dente, conhecido como “nervo”.
Quando os tecidos vivos do dente (nervo e vasos sanguíneos) encontram-se inflamados, infeccionados ou quando perderam a vitalidade, em geral por cárie ou trauma.
Impedir a remoção do dente e possibilitar que o mesmo volte a desempenhar suas funções mastigatórias com estética e saúde.
Não. Atualmente a evolução das técnicas e dos equipamentos permitem ao profissional especializado realizar a maioria dos tratamentos no tempo de uma consulta, salvo casos mais complexos.
Quando ocorre uma alteração nos tecidos vivos do dente, desencadeia-se um processo de inflamação que, se não for tratamento, evolui para uma infecção no osso que suporta o dente. Com o “tratamento de canal”, limpa-se a região infeccionada do dente, proporcionando saúde aos tecidos que o suportam.
Na cabeça tem uma articulação chamada articulação temporomandibular (ATM), que é responsável pelos movimentos essenciais na nossa vida, como falar, comer, rir, cantar, etc. Quando ocorre uma alteração nesta articulação, um dos primeiros sinais são os “barulhos” (estalidos), os quais precisam ser examinados afim de que se possa elaborar um plano de tratamento.
Sim, pois alterações nos músculos mastigatórios, na articulação (ATM) e nos dentes podem causar dores de cabeça.